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Fotógrafo do GCN palestra para mais de 100 alunos

10 dez

Na manhã de ontem, o fotógrafo do Comércio da Franca, Marcos Limonti, fez uma palestra para mais de 100 crianças com idades entre 6 e 10 anos, na Escola Municipal Professor Fausto Alexandre, do Jardim Santa Bárbara. Durante uma hora e meia, Marcos contou suas experiências na cobertura da última copa do mundo, na África do Sul, abordou aspectos sócio-culturais do país e mostrou fotos publicadas no Comércio, contando a história de cada trabalho. O fotógrafo também falou sobre sua carreira e citou fatos inusitados que viveu ao longo de seus quatro anos de profissão.Ao final da palestra, as crianças receberam brindes e participaram de sorteios.

Elaine Muniz, diretora da escola, acredita que o contato dos estudantes com o fotógrafo permitiu que os alunos conhecessem uma realidade diferente da que as turmas vivenciam e que ter esse tipo de oportunidade é essencial para as crianças.

Para a coordenadora pedagógica, Maria Irismar de Oliveira, o relato das experiências pessoais de Marcos Limonti instigou a curiosidade das crianças. “Ele falou com emoção e isso contagiou os alunos.”, disse.

A aluna Laura Maria da Conceição Silva, 11, estudante do 5º ano “D”, esteve atenta a cada detalhe da apresentação de Limonti e contou ter ficado surpresa com a complexidade do trabalho de um fotógrafo. “É um trabalho que tem que ser muito valorizado.”, disse.

Lucas Damasceno Cintra, 9, do 4º ano “C” anotou em seu bloquinho, sob forma de tópicos toda a palestra e contou ter gostado de ver as fotos de animais sul africanos que Marcos Limonti mostrou .”Entender como ele fotografou os bichos foi muito legal.”, disse.

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Um passeio inesquecível

2 dez

A manhã do dia 25 de novembro de 2010 foi inesquecível para Suzana da Silva Isaías. A menina de 12 anos, que há seis, estuda no Centro de Educação Especial da Unifran (Universidade de Franca), pode visitar, com outros 27 alunos de sua escola, as instalações do GCN (Grupo Corrêa Neves de Comunicação). Suzana contou ter gostado de tudo o que viu e chegou a se emocionar após conversar com o radialista Valdes Rodrigues ao vivo na Rádio Difusora. “O passeio foi muito legal. O Valdes é muito gentil. Eu adorei!”, disse a menina ao fim da visita, ainda com lágrimas nos olhos.

Márcia Fernandes, uma das professoras que acompanharam a turma durante o “tour” pelos corredores do GCN, explicou que a visita dos alunos foi muito significativa para eles porque os mesmos já mantinham um contato freqüente com o jornal durante as aulas. “Vir até aqui permitiu que as crianças notassem na prática o que explicamos na teoria.”

Além da turma do Centro de Educação Especial, outras quatro turmas também conheceram os bastidores da Difusora e do Comércio da Franca: o 5º ano “C” da Escola Municipal “Professor César Augusto de Oliveira”, o 5º ano “E” da Escola Municipal “Professora Maria Brizabella Bruxelas Zinader”, o 1º ano “C” e a fase II da Escola Municipal “Professor Walter Costa” e o 5º ano “F” da Escola Municipal “Professor José Mário Faleiros”. Os alunos conheceram cada departamento da empresa e ainda receberam lanches e brindes.

João Cardoso da Silva Neto, 11, aluno da “José Mário Faleiros”, gostou de ter visto de perto a máquina que imprime o jornal. “Antes de vir aqui, eu pensava que tudo era bem mais fácil de fazer”, disse. Vinícius Gonçalves dos Reis, 10, da escola “Maria Brizabella”, disse ter se divertido bastante durante a visita. “As pessoas que trabalham aqui são muito legais”.

Radialista do GCN revela curiosidades do rádio durante palestra para 120 alunos

25 nov

Na tarde de ontem, cerca de 120 alunos dos 4ºs e 5ºs anos da Escola Estadual José Carlos Donadelli Panice, do Jardim Panorama, assistiram a uma palestra sobre comunicação com a radialista Cíntia Flávia, da rádio Difusora de Franca. Durante cerca de uma hora e meia, Cíntia, que é comunicadora há onze anos, contou aos alunos sua trajetória profissional, mostrou fotos de reportagens marcantes que já fez e ainda explicou às turmas, como são feitas as transmissões da Difusora e quais são as diferenças entre o som e a locução de uma rádio A.M e de uma rádio F.M. Ainda abordou questões éticas e destacou a função social do radialista.Ao final do bate papo, as crianças receberam brindes e participaram de sorteios.

A palestra foi uma iniciativa do Jornal Escola, projeto do GCN (Grupo Corrêa Neves de Comunicação), que busca aproximar estudantes das mais variadas faixas etárias a veículos de comunicação, a fim de trabalhar o caráter crítico dos alunos.

Para Solange Barbosa Cunha da Costa, professora da 4ª série “F”, a palestra despertou a atenção das crianças para coisas que elas não conheciam. “A Cíntia Flávia detalhou sua rotina de uma forma alegre e bem humorada, falando o que quase ninguém conhecia. Isso chamou a atenção das turmas.”

Israel Uriel Rodrigues, 10, aluno da 4ª série “F” ficou empolgado com a visita da Cíntia Flávia à escola e disse ter aprendido uma grande lição durante a palestra. “Quando ela contou que caiu quando foi fazer sua primeira reportagem, aprendi que mesmo caindo, não devemos desistir de nossos sonhos.”, disse.

Repórter do GCN debate rotina de jornalista com 200 alunos

23 nov

Na tarde de ontem, mais de 200 alunos da Escola Municipal “Professora Maria Brizabela Bruxelas Zinader”, no Jardim Luiza, assistiram a uma palestra com a repórter Nelise Luques, que há sete anos integra o GCN (Grupo Corrêa Neves de Comunicação). Durante trinta minutos, a jornalista falou sobre suas experiências profissionais, contou os motivos pelos quais escolheu sua profissão e despertou a curiosidade das crianças pelos bastidores de uma redação. Em seguida, os estudantes com idades entre 8 e 11 anos puderam fazer perguntas à repórter. Ao final, as turmas receberam brindes e participaram de sorteios.

A palestra foi uma iniciativa do Jornal Escola, projeto educativo do Comércio da Franca, que tem por finalidade inserir o jornal nas salas de aula como forma de incentivo à leitura.

Taís de Araújo, professora do 5º ano “E” acredita que a visita da repórter tenha ampliado o conhecimento de seus alunos. Além disso, a educadora destacou que a jornalista passou a ser uma referência para as crianças. “Muitas delas agora já pensam até em ser repórteres”.

Thiago Oliveira, 10, e Igor de Abreu, 10, escreveram, recentemente, alguns textos para o jornal e sonham ser jornalistas. Os dois ficaram com mais vontade de trabalhar na área da comunicação. “Escrever sobre coisas importantes para a vida das pessoas deve ser muito legal.”, disse Igor.

A repórter Nelise Luques considerou a experiência muito enriquecedora. “O encontro foi ótimo. É uma troca de conhecimentos para os dois lados, o deles e o meu”, disse.

GCN encerra primeira série de oficinas ‘O jornal na sala de aula’

23 nov

Por Nelise Luques

No encerramento da série de oficinas “O jornal na sala de aula”, realizada pelo Grupo Corrêa Neves de Comunicação pela primeira vez, os professores puderam realizar um desejo alimentado durante os encontros promovidos desde agosto deste ano. Para fechar com chave de ouro o projeto, os participantes puderam finalmente ver a impressora do parque gráfico do GCN em funcionamento. Na tarde de ontem, assistiram à impressão da edição do Caderno Nossas Letras, que circulará no próximo sábado.

Acompanhadas da jornalista Sônia Machiavelli, editora do caderno, as professoras ouviram entusiasmadas as explicações sobre o processo de impressão do jornal feitas por Robson Vieira, supervisor do parque gráfico, e Marlus Dany, responsável pelo controle de qualidade. Os funcionários explicaram que as páginas são gravadas direto do computador numa chapa de metal antes de serem colocadas na impressora. Quando as páginas são coloridas, é preciso gravar quatro chapas para as cores primárias – magenta (vermelho), ciano (azul), amarelo e preto – que, combinadas, resultam nas cores impressas nas páginas. Depois, os convidados conferiram a próxima edição dos Nossas Letras em primeira mão e levaram um exemplar para casa. No final da visita ao parque gráfico, todas aplaudiram o encerramento do projeto.

Daniele Justino, 25, professora do 4º ano da Escola Municipal “Hélio Paulino Pinto”, foi uma das mais impressionadas. “Adorei a máquina. Não existe algo igual. Foi uma grande surpresa. Todos estão de parabéns. Vendo a máquina funcionar entendi melhor porque da paixão de todos vocês com esse trabalho”, disse.

Desde 12 de agosto, o GCN realizou oito encontros quinzenais no Auditório “Jornalista Corrêa Neves”, todos coordenados pela professora de Língua Portuguesa, Maria Ângela Chiachiri (leia mais nesta página). Para encerrar o projeto piloto da série de oficinas “O jornal na sala de aula”, o tema abordado foi poesias. Maria Ângela aproveitou a proximidade do aniversário de Franca, dia 28 de novembro, e escolheu três poemas sobre a cidade. Dois deles foram publicados pelo Comércio, no Clubinho, dia 7 de outubro. São eles: “Vivo onde pousam, pousam onde vivo”, escrito pela aluna Denise Alves Rodrigues, 10, da Escola Municipal “José Mário Faleiros”, e o outro, “Minha Bela e Linda Franca”, de Lidiane Gabriel Ferreira, da Escola Municipal “Professor Hélio Paulino Pinto”. O terceiro poema foi escrito pelo historiador José Chiachiri Filho e se chama “Minha Franca, Minha Amada”.

No encontro, foram discutidas curiosidades da história de Franca e sugeridas atividades para serem trabalhadas sobre os textos em sala de aula. Essa é a intenção da professora Francislene Dourado, 28, da Escola Municipal “Valéria Tereza Penna”, no Leporace III. “Os poemas são relacionados a Franca e culminaram com o projeto que estou desenvolvendo sobre a nossa cidade. Vou aplicar as atividades com os alunos”, disse ela.

Após a aula, os professores receberam o certificado do GCN. As jornalistas Sônia Machiavelli e Joelma Ospedal, editora-chefe, fizeram as entregas ao lado de Luiz Neto, gestor de relações corporativas do GCN e editor de Opinião do Comércio. Maria Ângela Chiachiri, Andréia Xavier e Lívia Inácio, da organização das oficinas, também receberam certificação. Maria Aparecida Dias, professora da “Naneide de Lourdes Oliveira Scarabucci” avaliou como extremamente positivo o projeto do jornal com os professores. “Sempre trabalhei com jornal, mas essa oficina do GCN me ajudou demais. Havia pontos que não focava tanto e a partir desses encontros consegui orientar os alunos com mais clareza e facilidade”.

Debate com o tema poesia encerra reuniões do ‘Jornal na sala de aula’

18 nov

Hoje, a partir das 14 horas, será realizada no Auditório “Jornalista Corrêa Neves”, na sede do GCN (Grupo Corrêa Neves de Comunicação), a última oficina quinzenal da série “O jornal na sala de aula”, que teve início no dia 12 de agosto. Durante cerca de duas horas, Maria Ângela de Freitas Chiachiri, professora de Língua Portuguesa e mestre em Lingüística, falará sobre a poesia no jornal, disponibilizará exercícios sobre o tema para que os educadores apliquem em seus alunos e concluirá o encontro com a entrega de um questionário em que os professores avaliarão o trabalho desenvolvido durante a série. A turma também terá uma confraternização com direito a bolo para comemorar o fechamento das atividades.

A série de oficinas foi a primeira oferecida pelo GCN. No decorrer dos encontros, 25 professores cujas escolas mantinham parceria com o Comércio por meio do Projeto Jornal Escola aprenderam um pouco mais sobre utilização do jornal como recurso pedagógico. Os encontros temáticos abordaram os mais variados temas, como os textos de opinião, a reportagem e a notícia, a entrevista, a crônica e a poesia e a inserção das tabelas e dos gráficos no contexto da educação.

A professora Olinda Maria Marini, da Escola Municipal “Professora Maria Brizabella Bruxelas Zinader” esteve presente em todos os encontros. “A experiência foi muito importante. Aprendi muito e meus alunos também.”, disse.

Surpresa

17 nov

Na tarde da última quinta-feira, recebi uma das melhores surpresas da minha vida. Durante estes últimos dois meses, tenho visitado com frequência as escolas parceiras do Projeto Jornal Escola e, no dia 11, fui dar uma passadinha pela Escola Estadual Professor José Carlos Donadelli Panice.

Logo quando cheguei acompanhada do fotógrafo Rafael Andrade, fui muito bem recepcionada na sala dos professores, onde meu colega e eu tomamos até um lanchinho. Quando passamos pelo corredor que dá entrada  ao pátio da escola, nos deparamos com um púlpito todo decorado com cortininhas feitas de jornal e, sobre ele, havia uma pasta com todas as páginas do jornalzinho da José Carlos Panice, confeccionado por todas as turmas da escola. Uma gracinha!

Enquanto eu observava o jornalzinho, uma turminha da 4ªsérie que havia visitado o Comércio e a Difusora me cumprimentou e, um menininho até me presenteou com balinhas coloridas. Depois disso, a professora Viviane Santiago Couto Rodrigues, que já havia levado seus aluninhos para visitar o Grupo Corrêa Neves de Comunicação passou por mim, com as crianças da 4ª série “F” e chamou-me até a sua sala.” Temos uma surpresa para você!”, dizia a meninada empolgada.

Não pude conter minha euforia. Entrei na sala da professora Viviane e antes que eu começasse a cumprimentar as crianças, já recebi presentinhos, que iam desde cartinhas e flores até balinhas e chocolates. A 4ª “F” agradeceu a recepção que teve no GCN de maneira tão graciosa, que até agora estou meio boba e sem jeito me lembrando de tudo. Mas o mais importante para mim foi o abraço de cada criança, porque me fizeram sentir o quão sincera era aquela homenagem. Fiquei muito, mas muito feliz!

Nesse post, eu quero agradecer por o todo carinho com o qual a professora Viviane e a turminha da 4ª série “F” nos recebeu naquela tarde inesquecível. Quero agradecer à equipe gestora da escola e a todos os professores, que desde o início do ano tem se empenhado em trabalhar com o Projeto Jornal Escola. Aproveito para agradecer também a todas as outras 11 escolas públicas que estão conosco nesse projeto.É com muita satisfação que visito cada escola, porque sei que sempre encontrarei coisas novas e, acima de tudo, olhinhos de crianças contentes que tem , a cada dia, a oportunidade de descobrir o mundo abrindo a janelinha de conhecimento por meio do jornal que os professores inserem em sala de aula.

Professora Viviane Rodrigues e a turminha da 4ª série "F"

Vocês, educadores, podem estar certos de que o cadeado da janelinha permaneceria trancado para sempre, se vocês não se dispusessem a usar a chave mágica da sabedoria, que somente os mestres podem carregar dentro do bolso.

Espero que nossa parceria continue escancarando vidraças diante destas crianças em cujas mãos estará o desafio de construir um mundo bem mais bonito de se olhar.

Um abraço,

Lívia.